sexta-feira, 3 de agosto de 2012
domingo, 15 de julho de 2012
Pulseira
sexta-feira, 13 de julho de 2012
Ponte - anel
creativity raul silva
domingo, 15 de janeiro de 2012
Projecto baseado na palavra / marca SCOIATTOLO (esquilo).
sábado, 16 de julho de 2011
Exposição "Diálogo dos Tempos" Casa Museu Guerra Junqueiro
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Pulseira Ondas
ESCOLAS PARTICIPANTES:
ESCUELA DE ARTE 3 madrid’spain
D.I.E.K. volos’greece
E.T.J. ATLANTICO vigo’spain
I.I.E.K. MOKUME thessaloniki’greece
L.P. JEAN GUEHENNO saint-amand’france
B. CELLINI valenza’italy
FOR.AL. valenza’italy
ESCUELA DE JOYERIA estepona’spain
E.A. ANTONIO ARROIO lisbon’portugal
SUV kremnica’slovakia
E.S.A. SOARES DOS REIS porto’portugal
IATA namur’belgium
quinta-feira, 24 de março de 2011
Anel (solitário)
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
Conta-me uma jóia.
É a fita que guarda como arca, as fitas do nosso deslumbre...Tem a cor do escuro do cinema; como um rio negro com os seus meandros que percorremos presos à cadeira da sala escura como frágil jangada, pelas águas traiçoeiras da emoção: Ora, bucólicas, dóceis e alegres em vales abertos como gargalhadas. Ora, violentas, dramáticas e aterradoras. Águas frias como assassinos que surgem das cortantes rochas dos rápidos que rasgam as nossas emoções. Vivemos as personagens e os actores: apaixonamos, choramos, sentimos a dor, a vingança e a traição. Somos pistoleiros, amantes, médicos, soldados e heróis. Antecipamos os perigos, sabemos aonde vai cair a bomba, o carro e o avião. Sentimos como nosso o olhar terno e malicioso da actriz. Soltamos o nosso grito mudo, o nosso choro calado, prendemos o medo à cadeira feita jangada e mergulhamos num rio que não existe.
creativity raul silva
Pulseira "rio negro"
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
Projecto para pulseira.
Pulseira em fio de prata e acrílico, baseado na ponte Luis I do Porto. Este projecto foi realizado no ano lectivo de 2008/2009 no curso de Joalharia e Cravador da escola Artística de Soares dos Reis. - creativity raul silva
Fotos de uma fase de execução da pulseira.
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
A vida na corda.*
A roupa pendurada nos prédios dos velhos bairros do Porto é uma das mais genuínas e contrastantes imagens da cidade. Nos dias de sol, o cinza granítico das paredes recebe de janelas abertas o colorido e a variedade das peças, como que simbolizando o espírito familiar e acolhedor dos portuenses.
* Projecto original (PINS) finalista no concurso da Loja de Serralves POPS 2010, adaptado a colar
creativity raul silva
colar_10 euros
heartfact@gmail.com - telemóvel: 934683965
A vida na corda.*
A roupa pendurada nos prédios dos velhos bairros do Porto é uma das mais genuínas e contrastantes imagens da cidade. Nos dias de sol, o cinza granítico das paredes recebe de janelas abertas o colorido e a variedade das peças, como que simbolizando o espírito familiar e acolhedor dos portuenses.
* Projecto finalista no concurso da Loja de Serralves - POPS 2010
creativity raul silva
caixa com 4 pins_8 euros
heartfact@gmail.com - telemóvel: 934683965
domingo, 29 de agosto de 2010
pin'artfact
Um gato a dormir embalado pelo sol, dois olhos que perscrutam toda a rua, plantas na varanda como em jaula de jardim zoológico, roupa pendurada por arames que parecem equilibristas sem corpo, o cheiro a iscas que anuncia a tasca, um piropo que sai a voar pela falha de um dente, uma bandeira cansada a dizer «Porto Campeão», voz de cantor sem valor a sair de um rádio, artista ignorada dentro de casa, dueto que sai pela janela aberta para a rua, mercearia que vende aromas, rótulos de garrafas que lembram o natal em Junho, meia-dúzia de palavrões uns contra outros rua abaixo, olhares trocados entre esquinas, passos indecisos, convite quase em segredo, calor pago que não aquece. Solidão. Por vezes a quietude da rua é quebrada, pelo alvoroço dos rapazes a correrem atrás de uma bola como caçadores atrás da presa. A bola, coitada, esconde-se por baixo dos carros, como corso assustado. Quando não é a bola, é a gargalhada que junta em uníssono gargantas, quando um deles diz em voz alta: «olha! As cuecas da …», apontando para umas enormes cuecas dignas de vestir o boneco da Michelin ...